Por Tariq Augusto e Ney Felipe

Uma denúncia publicada no Facebook, no dia 26 de janeiro, tem repercutido entre internautas, e chamado a atenção principalmente de motoristas. O relato é contra um posto de combustível no bairro Estoril que estaria vendendo gasolina adulterada, e tem mais de 650 compartilhamentos.

No depoimento, a internauta contou ter abastecido R$ 30 no posto, dia 21 de janeiro. Ela disse que, no caminho, percebeu a moto “estranha”, mas, seguiu viagem. No dia 26 de janeiro, foi usá-la novamente e não funcionou. Levou a um mecânico e o profissional identificou o motivo pelo qual o veículo não ligava: a gasolina usada teria sido misturada com água.

Publicação feita pela cliente em rede social

Publicação feita pela cliente em rede social.

Ao Jornal Daqui BH, a mulher lamenta o ocorrido e alerta. “Foi muito chato o que aconteceu comigo. Sempre que abastecer o veículo, exija o seu cupom fiscal. Na dúvida, peça para fazer a análise da gasolina na hora”, declara.

A denúncia não foi registrada nos órgãos competentes. Por não haver comprovação da adulteração, optamos por não divulgar o nome do posto. O gerente do estabelecimento se defende e diz nunca ter registrado problema referente aos combustíveis.

“O consumidor pode reclamar, mas, tem que saber sobre o que está reclamando. É uma acusação séria. Venha ao posto, converse com o proprietário para tirar dúvidas.  É possível fazer a análise do produto na hora, com uma pessoa habilitada”, afirma.

Como identificar adulterações 

Embora a denúncia não tenha sido confirmada, o consumidor deve estar atento aos seus direitos e saber identificar as adulterações.

Paulo Eduardo, professor de mecânica, explica como proceder em caso suspeito. “O motorista deve sempre procurar saber a reputação que esse posto de combustível tem”, afirma. Veja:

https://www.youtube.com/watch?v=HfQEUaqAl6U

Como denunciar?

Postos de combustíveis com suspeitas de irregularidades devem ser denunciados para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão responsável pela fiscalização, por meio do telefone: 0800 970 0267.